
Érika Souza é uma jovem da Diocese de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro. Ela enviou o seu testmunho sobre a peregrinação dos Símbolos da Jornada Mundial da Juventude em sua diocese, que aconteceu nesta semana.
Você também pode enviar o seu testemunho e suas fotos, e eles poderão ser incluídos no livro que será presenteado ao Papa Francisco. Quer participar? Clique aqui e veja como.
Com a palavra, a Érika:
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Apesar de me sentir indigna, segue abaixo o meu testemunho.
Nunca imaginei na minha vida viver tudo isso que temos vivido nestes últimos dias. Posso dizer que, apesar de eu caminhar na Igreja há dez anos, foi quando comecei a servir no Comitê Diocesano Organizador da JMJ em minha diocese que minha vida se transformou radicalmente. Se algum dia antes eu cheguei a me vislumbrar e até mesmo pregar o tão falado “ardor missionário”, enfim, tem sido neste tempo de Jornada que o tenho experimentado, exercido e o visto crescendo dia a dia.
Sou formada em Comunicação Social, sempre fui ótima aluna, mas pouco exerci a profissão, inclusive nem trabalho na área atualmente, o que sempre me fez sentir muito incapaz de servir a Deus com este talento que Ele me confiou.
“Nossa! Quanta honra, e quanto não merecedora eu sou” certamente era o pensamento que estava não somente em mim como nos demais jovens.
Érica Viana de Souza











