Ser mulher: uma grandiosa missão, capaz de tranformar o mundo!

Publicado em 8 de março de 2020 Por Seja o primeiro a comentar!

“Obrigado a ti, mulher, pelo simples facto de seres mulher! Com a percepção que é própria da tua feminilidade, enriqueces a compreensão do mundo e contribuis para a verdade plena das relações humanas”. Estas palavras de São João Paulo II, expressam a beleza do 8 de março, de celebrar o dia internacional da mulher, pois transmitem a grandiosidade da missão, única e inestimável, capaz de transformar a humanidade, que é própria das mulheres.

Ao longo da história da Igreja – e de toda a humanidade – o testemunho feminino foi sempre enriquecedor. Milhares de mulheres abraçaram com ardor o chamado de Cristo, expressado nos diversos estados de vida. Na exortação apostólica “Christus Vivit”, o Papa Francisco recorda a trajetória de algumas mulheres que responderam a vontade Divina e são para nós, exemplos de fé e de esperança. Lembra sobretudo de Maria, “a menina de Nazaré”, que sempre nos encantará com a força de seu sim.

“Maria era a menina de Nazaré, de alma grande que estremecia de alegria (Lc 1,47), era a adolescente com os olhos iluminados pelo Espírito Santo… Aquela menina hoje é a mãe que vela por seus filhos, estes filhos que caminham pela vida, muitas vezes cansados, carentes, mas querendo que a luz da esperança não se apague” (ChV 46 e 48).

Mas, convém recordar também neste 8 de março, as “tramas” de exclusão e condicionalismos, sofridas pelas mulheres no decurso dos tempos. Também na Chritus Vivit, o Papa Francisco, afirma que a Igreja tem o compromisso de lutar contra todas as formas de discriminação e violência sexual. “Uma Igreja viva pode reagir prestando atenção às reinvindicações legítimas das mulheres que pedem mais justiça e igualdade” (ChV 42).

Que toda gratidão às mulheres, seja materializada em gestos que as valorizem e as impulsionem a viverem com liberdade suas vocações. Que tenhamos as mesmas disposições de Jesus em acolher e auxiliar cada mãe, irmã, esposa, filha… Que sejamos para elas a face amorosa de Cristo, que em suas alegrias, celebra e comemora e em suas dores, as consola (Lc 23,28). Respeitar a dignidade e reconhecer o que representam para a humanidade, serão sempre as melhores felicitações destinadas a cada mulher.

Por Maurício Lucena, da Redação do Jovens Conectados. 

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