Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude festeja o aniversário da CNBB

Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude festeja o aniversário da CNBB

Hoje, 14 de outubro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB, comemora 69 anos de existência. Nesta data, em 1952, tinha início a história da entidade criada para ser a articulação da Igreja no Brasil. Dom Helder Câmara foi o responsável por apresentar o projeto da entidade ao então Monsenhor Giovani Montini, secretário de Estado do Vaticano, que anos depois foi eleito Papa Paulo VI.

Para celebrar, vamos relembrar alguns momentos importantes junto aos movimentos juvenis, uma atuação que uniu diferentes forças no serviço de evangelização das juventudes.

 

  •  A CRIAÇÃO DA COMISSÃO EPISCOPAL PASTORAL PARA A JUVENTUDE

Em 5 de maio de 2011, a criação da Comissão para a Juventude foi aprovada durante a 49ª Assembleia Geral da CNBB. A proposta de uma Comissão exclusiva para a Juventude foi um pedido dos bispos referenciais da Juventude nos 17 regionais da CNBB (atualmente são 18 regionais) e defendida na Assembleia pelo bispo auxiliar de Campo Grande/MS, Dom Eduardo Pinheiro. Um dos principais argumentos usados por Dom Eduardo foi a opção da Igreja no Brasil pela urgente evangelização da juventude, expressa no Documento 85 da CNBB “Evangelização da Juventude”.

A confirmação de que a Jornada Mundial da Juventude aconteceria no Rio de Janeiro no ano de 2013 aconteceu no mesmo ano de criação da Comissão e esses acontecimentos intensificaram ainda mais a ação da Igreja no Brasil pela evangelização da juventude.

Bispos e assessores da primeira composição da CEPJ (da esquerda para direita): padre Sávio, Dom Dino, Dom Eduardo, Dom Vilsom e padre Toninho.

  •  A ATUAÇÃO DA COMISSÃO PARA A JUVENTUDE

A Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é o espaço que articula, convoca e propõe orientações para a evangelização da juventude, respeitando o protagonismo juvenil, a diversidade dos carismas, a organização e a espiritualidade para a unidade das forças ao redor de algumas metas e prioridades comuns (CNBB, Doc. 85, n. 193) à luz do Documento 85 “Evangelização da Juventude”, das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e do Documento de Aparecida.

Para Dom Vilsom Basso, que participou da primeira composição e chegou a ser seu presidente, a atuação da CEPJ busca que todos os setores eclesiais façam uma verdadeira opção “afetiva e efetiva” pela juventude.

“As juventudes em nosso país têm uma riqueza e uma diversidade impressionantes; são frutos da ação do Espírito Santo de Deus que renova todas as coisas. Como disse Papa Francisco: Deus é jovem! E nos jovens Ele traz muitas novidades, para a Igreja e para a sociedade. A CEPJ é um serviço que ajuda a reconhecer e recolher, a colocar junto e frutificar essa riqueza que o Espírito suscita no coração e na vida das nossas juventudes. Com isso aumenta a esperança de dias melhores para todos os jovens, dias novos para a Igreja e por uma sociedade que seja animada e iluminada pela civilização do Amor – por isso o trabalho e o servir são a missão da Comissão para a Juventude”.

As três gerações de presidentes da Comissão Episcopal Pastoral para Juventude da CNBB: Dom Eduardo Pinheiro da Silva, Dom Nelson Francelino e Dom Vilsom Basso.

  • AS PRESIDÊNCIAS DA CEPJ

Foi eleito no dia 12 de maio de 2011, o presidente da então recém-criada Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude. O escolhido foi Dom Eduardo Pinheiro da Silva, sdb, que atuava como responsável pelo Setor Juventude da CNBB. A nova comissão foi desmembrada da Comissão Episcopal para o Laicato. Fizeram parte da primeira composição da Comissão: Dom Vilsom Basso e Dom Bernardino Marchió, e os assessores nacionais: padre Carlos Sávio Ribeiro e padre Antônio Ramos Prado (padre Toninho).

A segunda presidência da CEPJ contou com Dom Vilsom Basso como presidente e como membros Dom Antônio Emídio Vilar e Dom Nelson Francelino; padre Toninho continuou como assessor.

Dom Nelson Francelino foi eleito em maio de 2019, na 57ª Assembleia Geral da CNBB, para a atual presidência da CEPJ e também compõem a comissão Dom Antônio de Assis e Dom Amilton Manoel da Silva; Padre Antônio Ramos de Prado, sdb, passou a ser o Assessor Externo e Irmã Valéria Andrade Leal foi escolhida como Assessora Interna.

 

>> Conheça mais a Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude – CEPJ

 

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