Chegamos na tarde de segunda-feira. Logo no ônibus que pegamos no aeroporto conversamos com um jovem sacerdote polonês, o Padre Christian, do Caminho Neocatecumenal, que estava vindo para a JMJ. Hoje, quando fomos buscar nossas credenciais, fomos atendidos com toda gentileza e atenção por um voluntário, Jorge, na cidade de Alcorcón, que fica na Grande Madri. Lá encontramos um grupo de apenas quatro pessoas, sendo duas salvadorenhas, um libanês e uma grega. Havia também filipinos, espanhóis, americanos…
Por toda parte, brasileiro e iatlianos se destacam pelo número de bandeiras e pelo barulho que fazem. Todos querem tirar fotos com os brasileiros e demonstram grande carinho pelo nosso povo.
Também se vêem muitas bandeiras do Vaticano, junto com as bandeiras nacionais. Isso mostra que a fé está acima das divisões territoriais, e que une todos os povos.
Vendo a grande festa que a juventude está fazendo em Madri, fica mais fácil entender porque o arcebispo Cardeal Rouco Varella disse que a JMJ seria um novo Pentecostes. É isso mesmo: inúmeras línguas, mas todos se compreendem, todos se irmanam na fé em Jesus Cristo.
Moisés de Oliveira Nazário, 32, Santo Antônio do Monte


