Para que todos reconheçam a bondade de Deus!

Quis o Senhor, vir habitar no meio de seu povo, encarnar-se e nascer em uma família. E ainda mais, quis ser conhecido por todos os homens e mulheres, afim de mostrar o seu amor para com a humanidade. Eis o que vem nos apresentar a solenidade da Epifania do Senhor, que hoje celebramos: A humandade inteira é convidada a reconhecer a bondade de Deus!

A liturgia apresenta três magos que são guiados por uma estrela, afim de adorar o rei dos judeus. Três magos que vem de terras distantes e distintas e que trazem seus tesouros, para ofertarem ao pequeno infante, que se encontra em uma gruta, junto a sua mãe. Os três homens, ao se depararem com a criança de colo, singela e indefesa, foram envolvidos pela luz do mundo. Nada, nem mesmo os presentes que trouxeram, é capaz de se comparar ao que puderam vivenciar naquele dia. Tiveram eles, o encontro de suas vidas, o encontro com a bondade de Deus.

Também nós, somos chamados a irmos ao encontro do Senhor, a termos este encontro de vida, que tudo resignifica e que tudo motiva. Em meio as contradições de nossa existência e do mundo que nos cerca, buscar o Senhor é, sem dúvidas, a decisão mais acertada que podemos ter. Prostrar-mo-nos por um instante diante Dele, entregar nossas riquezas, dificuldades, imcompreensões, motivações, etc.; e ver que na verdade é Ele quem nos oferece o melhor presente, que é a sua presença, capaz de a tudo responder.

Que profundidade nos apresenta esta festa! O Senhor estar a nos esperar, deseja nossa presença, faz questão que estejamos com Ele. Do mesmo modo que a estrela encheu de convicção o coração dos magos, para seguirem sua jornada em busca do Rei dos reis, o Espírito Santo encherá nosso ser com a certeza de que temos necessidade deste encontro, de que nossa existência somente será plena por meio dele.

Partamos! Sigamos ao encontro do Senhor! Deixemos que brilhe dentro de nós a luz da esperança e da confiança Naquele que nos espera. A jornada valerá a pena, pois seremos alcançados pelo amor total e pela infinita bondade de Deus, manifestada na doçura de uma criança.

Por Maurício Lucena, da Redação do Jovens Conectados.

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