Memórias JMJ Rio – 2013: símbolos peregrinos

Publicado em 25 de julho de 2020 Por Seja o primeiro a comentar!

JMJ-RIO 2013 - imagem

É tempo de celebrar! Comemorar os sete anos da Jornada Mundial da Juventude de 2013, no Rio de Janeiro (JMJ Rio-2013), que marcou a vida de tantos jovens.

A JMJ-Rio 2013 movimentou a juventude do Brasil inteiro com a peregrinação dos símbolos, mesmo antes de acontecer oficialmente no Rio de Janeiro-RJ.

A Cruz da JMJ e o Ícone de Maria chegaram ao Brasil em 18 de setembro e foram recebidos em São Paulo com uma grande festa, o Bote Fé, mais de 100 mil jovens acolheram com fé e alegria os símbolos. A partir dali teve início a peregrinação, que foi concluída no Rio de Janeiro em julho de 2013. Os símbolos passaram por todos os 17 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB. Aconteceram também 19 grandes festas nas capitais brasileiras, todas com o nome “Bote Fé”, em breve falaremos mais sobre esse evento.

Quem enviou a cruz ao foi o papa emérito Bento 16, que havia convocado os jovens do Brasil a prepararem bem a  JMJ; quem a entregou, em nome do papa, foi seu representante no Brasil, o núncio apostólico, na época dom Lorenzo Baldisseri. O presidente da CNBB naquele ano, cardeal dom Raymundo Damasceno Assis, com bispos e padres ligados à ação pastoral com a juventude estiveram no ato, com representações de jovens de vários estados.

Depois do dia 18 de setembro, a Cruz e o Ícone peregrinaram pelas sete províncias eclesiásticas do Regional Sul 1 da CNBB, que corresponde ao estado de São Paulo – o mais populoso do país e o que tem o maior número de dioceses, 50. Dalí os símbolos seguiram para o Regional Leste 2, composto por Minas Gerais e Espírito Santo, em seguida foi a vez do Regional Nordeste 3, composto pelos estados da Bahia e de Sergipe. Em dezembro de 2012, a Cruz e o Ícone deixaram o Brasil e visitaram Paraguai, Uruguai, Chile e Argentina. Já em Janeiro de 2013 retornaram para concluir o itinerário no Sul do Brasil.

Os símbolos peregrinos também visitaram penitenciárias, foram momentos fortes em que a presença de Deus era palpável. Tocar no Cristo vivo, no Cristo pobre, no Cristo excluído, esse era o sentimento dos jovens que estiveram em contato com a cruz e o ícone. “Em cada preso, eu via o próprio Cristo Ressuscitado. Foi muito emocionante vê-los rezar, tocar na Cruz, ver o olhar de esperança deles ao encontrar os símbolos da Jornada”, afirmou o missionário Yago de Morais, da Comunidade Católica Shalom, que participou da passagem da Cruz por estes espaços.

Pe. Toninho Ramos, assessor externo da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude – CEPJ (CNBB), nos conta mais fatos sobre esse momento importante e o que mais o marcou, durante a Peregrinação da Cruz e o ícone de Nossa Senhora.

 

Por redação Jovens Conectados

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