EaD 2020: Saiba mais sobre os temas e tutores do curso sobre a Christus Vivit

Publicado em 3 de março de 2020 Por Seja o primeiro a comentar!

Curso de extensao em EAD Christus Vivit 2020

Foram abertas ontem (01/03) as matrículas online para todos os Cursos de Capacitação da Pastoral Juvenil do Brasil através da plataforma de ensino à distância. Neste ano, temos uma novidade que é o curso sobre o Sínodo da Juventude e Exortação Apostólica Christus Vivit. Este curso quer ser um instrumento para que jovens e adultos aprofundem o documento conclusivo do Sínodo dos Bispos realizado em Outubro de 2018 e sobre a Exortação Apostólica.

Temas como: Compromissos da Igreja à luz do Sínodo; “Como são os jovens de hoje? O que lhes acontece agora?” (Christus Vivit, número 64); A busca da vocação; entre outros estarão presentes nas aulas que serão divididas por módulos.

Os tutores serão alguns Bispos Sinodais, entre eles:

  • Dom Gilson Andrade da Silva, Bispo auxiliar da arquidiocese de Salvador, que exerce a função de referencial dos Ministérios e Vocações no Nordeste 3.
  • Dom Vilsom Basso, bispo de Imperatriz (MA) ex- presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude;
  • Dom Eduardo Pinheiro da Silva, bispo de Jaboticabal (SP), ex-presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB;
  • Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente para a Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada;

Juventude em pauta, sempre!

O tema Juventude é sempre atual, mas precisamos estar em alerta, pois, a Juventude se renova e está em constante mudança. Não podemos pensar em evangelização da Juventude  como pensávamos há cinco anos atrás, precisamos buscar novos modos de atrair a juventude e como acompanhá-la de forma coerente. Dom Jaime em suas aulas fala sobre “a necessidade dos jovens em encontrar comunidades cristãs realmente radicadas na amizade com Cristo, que nos conduz ao Pai na comunhão do Espírito Santo. A comunidade cristã é lugar privilegiado para uma autêntica experiência de fé em Cristo, morto e ressuscitado”. Nossas comunidades devem ser exemplos, como os primeiros cristãos, essa é uma das lições da Christus Vivit, será que estamos suprindo essa necessidade de nossos jovens?

Dom Vilson, nos alerta e nos lembra da prioridade quando se trata de trabalhar com jovens: “nos próximos anos quando o assunto for a evangelização das juventudes, precisamos recordar o número 119 do Documento Final do Sínodo, que diz, que, ‘no momento em que escolheu ocupar-se dos jovens neste Sínodo, a Igreja no seu conjunto fez uma opção muito concreta: considera esta missão uma prioridade pastoral decisiva, na qual deve investir tempo, energias e recursos’, o bispo ressaltou que o Sínodo foi um espaço de voltar os olhos para o tempo de mudanças e a atualização das formas de evangelização da juventude. Em suas aulas, Dom Vilson enfatiza a experiência de missionariedade da Igreja que deve abraçar a juventude.

Desafios

Para Dom Eduardo, “no Brasil, enquanto trabalho com juventude, a gente traz esse empenho e esforço para que a juventude não seja uma opção somente afetiva, mas efetiva. São referenciais, documentos, experiências missionárias, falando da vocação e da evangelização da juventude; uma das grandes contribuições é de um jovem concretizado na sua realidade, na sua dor e no sofrimento que uma grande parte passa, no mundo todo, que não é só brasileira. Dificuldades da fome, do desemprego e, atualmente, a grande pressão social e cultural. E a Igreja do Brasil tem dado tentativa de respostas efetivas à juventude para repercutir nas dioceses, lá na base.”

O bispo em suas aulas partilha sobre “o jovem que se deixa inundar pela palavra, presença e alimento do Cristo, automaticamente se põe a caminhar em direção aqueles que ainda não puderam fazer semelhante experiência transformadora. O jovem que aceita este processo, encontra o sentido da vida, a animação adequada e a vontade de envolver outras pessoas”.

 No Documento final OS JOVENS, A FÉ E O DISCERNIMENTO VOCACIONAL, encontramos uma preocupação quando se fala sobre a escuta na Igreja: Na Igreja, não faltam iniciativas e experiências consolidadas, através das quais os jovens podem vivenciar a hospitalidade e a escuta, fazendo ouvir a sua voz. No entanto, o Sínodo reconhece que nem sempre a comunidade eclesial sabe tornar evidente a atitude que o Ressuscitado teve em relação aos discípulos de Emaús, quando, antes de os iluminar com a Palavra, lhes perguntou: «Que palavras são essas que trocais entre vós, enquanto caminhais?» (Lc 24, 17). Às vezes predomina a tendência a oferecer respostas pré-fabricadas e receitas prontas, sem deixar sobressair as perguntas juvenis na sua novidade, nem entender a sua provocação. A escuta torna possível um intercâmbio de dons, num contexto de empatia. Permite que os jovens ofereçam a sua contribuição para a comunidade, ajudando-a a reconhecer novas sensibilidades e a formular perguntas inéditas. Ao mesmo tempo, estabelece as condições para um anúncio do Evangelho que alcance verdadeiramente, de modo incisivo e fecundo, o coração”.

Em suas aulas, Dom Gilson, diz: “Pede-se uma escuta empática. Os jovens pedem ser escutados, experimentam a falta de adultos aptos a escutar e também a acompanhá-los. Sugere-se que o carisma da escuta, suscitado pelo Espírito Santo, possa receber uma forma de reconhecimento institucional. Levando em consideração esta escuta, o Documento Sinodal destacou elementos do contexto sociocultural e eclesial em que se encontram a juventude, dada a sua importância para a compreensão do ambiente em que nos movemos com seus desafios e oportunidades. O primeiro a se constatar é a pluralidade da juventude, a tal ponto que em alguns países, como o nosso, se prefere falar de juventude no plural”.

Quais os frutos do Documento Final?

Para Dom Gilson, “o Documento Final do Sínodo é fruto do discernimento realizado e contém os núcleos temáticos generativos, sobre os quais os Padres sinodais se concentraram com particular intensidade e paixão (n. 3).  Foi oferecido ao Santo Padre e também à Igreja inteira e deve ser um roteiro para orientar os próximos passos que a Igreja é chamada a dar nesta fase do processo sinodal, a fase da aplicação”.

O que você encontrará nas aulas: 

  • Conteúdo de qualidade;
  • Bispos em primeira pessoa falando de sua experiência sinodal;
  • Amor pela Igreja;
  • Muita vontade de trabalhar com as JUVENTUDES!

Lembrando: OS CURSOS SÃO GRATUITOS, então, inscreva-se!!!

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Até breve,

Por Valesca Montenegro, redação Jovens Conectados

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