23 Ensinamentos de Santa Edith Stein (Santa Tereza Benedita da Cruz)

Publicado em 9 de agosto de 2018 Por Seja o primeiro a comentar!

“Judia, filósofa, religiosa, mártir — como foi afirmado por João Paulo II no dia da Beatificação, a 1 de Maio de 1987, em Colónia — a Santa Edith Stein representa a síntese dramática das feridas do nosso século. E, ao mesmo tempo, proclama a esperança de que é a cruz de Jesus Salvador que ilumina a história”.

Conheça algum dos ensinamentos deixados por ela:

1. “Quanto mais alguém está imerso em Deus tanto mais deve sair de si, isto é, ir para o mundo a fim de levar a este a vida divina”.

2. “A Igreja é inabalável justamente porque une a absoluta defesa da verdade eterna a uma inigualável elasticidade em adaptar-se às situações e exigências de cada tempo”.

3. “O lugar de cada um de nós depende unicamente da nossa vocação. A vocação não se encontra simplesmente depois de ter refletido e examinado os vários caminhos: é uma resposta que se obtém com a oração”.

4. “Debaixo da cruz, compreendi a sorte do povo de Deus…”.

5. “Quanto mais escuridão se faz ao nosso redor, mais devemos abrir o coração à luz que vem do alto”.

6. “Uma coisa é certa, que vivamos no momento e no lugar presentes para alcançar a nossa salvação e a daqueles que nos foram confiados”.

7. “Há circunstâncias em que nos entendemos mais facilmente sem palavras”.

8. “O que conhecemos de nós mesmos não é senão superfície. A profundidade permanece-nos em grande parte oculta. Só Deus a conhece”.

9. “O que vale a pena possuir, vale a pena esperar”.

10. “Responder o chamado de Deus é sempre uma aventura, mas vale a pena correr o risco”.

11. “Estou pronta para tudo. Jesus está também aqui no meio de nós. Até agora pude rezar muito bem, dizendo de todo o coração: “Ave, Crux, spes unica”.

12. “A essência mais íntima do amor é a doação. Deus, que é amor, dá-se à criatura que Ele mesmo criou por amor”.

13. “O Senhor está presente no tabernáculo com divindade e humanidade. Ele está ali, não para si mesmo, mas para nós: porque a sua alegria consiste em estar com os homens. E porque sabe que nós, como somos, temos necessidade da sua proximidade pessoal. A consequência, para quantos pensam e sentem normalmente, é sentir-se atraídos e de parar ali de vez em quando, na medida em que lhes for possível”.

14. “Nenhuma obra espiritual vem ao mundo sem grandes sofrimentos. Ela desafia sempre o homem inteiro”.

15. “Se Maria é o protótipo da genuína feminilidade, a imitação de Maria deve ser o fim da formação da jovem”.

16.  “Maria, hoje permaneci contigo sob a cruz e jamais sentira tão claramente que foi sob a cruz que te tornaste nossa Mãe. Como a fidelidade de uma mãe da terra não escutaria solícita a última vontade do filho?”.

17. “Maria, tu nos conheces a todos: nossas feridas, nossas chagas, tu conheces também o esplendor celeste que o amor de teu Filho quer difundir sobre nós na claridade eterna. Assim, guia solícita nossos passos”.

18. “A alma da mulher deve ser ampla a tudo o que é humano. Deve ser cheia de paz, porque as fracas chamas se apagam na tempestade; deve ser quente para não enregelar as pequeninas sementes; deve ser luminosa para que, nos cantos escuros, não cresçam ervas daninhas; deve ser reservada, porque as interferências externas podem pôr em perigo sua vida íntima; deve ser vazia de si para deixar amplo espaço para os outros. Deve ser, acima de tudo, dona de si e do próprio corpo para que sua personalidade esteja sempre pronta a servir em cada necessidade”.

19. “Não sabemos e também não devemos perguntar antes do tempo para onde o divino menino deseja nos guiar nesta terra. Somente isto sabemos: que aqueles que amam o Senhor alcançam todas as coisas para o bem.”

20. “Para mim é muito irreal pensar que a divina misericórdia se restrinja aos limites da Igreja visível. Deus é Verdade. Quem procura a Verdade está em busca de Deus, quer queira ou não”.

21. “Oh Senhor meu Deus, dá-me tudo, tudo o que me for guia para chegar mais a Ti. Oh Senhor meu Deus, arranca-me tudo, tudo o que me distancia e desvia de Ti. Oh Senhor meu Deus, tira-me toda de mim e apropria-Te totalmente do meu ser”.

22. “Minha vida recomeça cada manhã e termina cada noite: planos e propósitos, não tenho nenhum”.

23. “O espírito – isto é, não somente o intelecto, mas também o coração – por ocupar-se continuamente com Deus, está com Ele familiarizado; conhece-O e ama-O. Esse conhecimento e amor fazem parte de seu ser, como o relacionamento de duas pessoas que convivem há longo tempo intimamente familiarizadas. Tais pessoas não precisam mais de informações sobre a outra pessoa para se conhecerem mutuamente e convencerem-se de sua amabilidade. Quase não precisam trocar palavras. Cada nova convivência, no entanto, traz para elas novo despertar e um crescimento mais profundo de alguns traços novos. Mas isto acontece automaticamente, não precisando de maior esforço. Assim também é a convivência de uma alma com Deus, depois de longo exercício na vida espiritual. Ela não precisa mais meditar, para conhecer a Deus e aprender a amá-Lo. O caminho já está atrás dela, pois ela repousa nEle. Assim que ela começa a orar, está em Deus e permanece, pela entrega amorosa, em sua presença. O silêncio da mesma Lhe a grada mais do que muitas palavras”.

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