Oração e alegria marcam o DNJ da Diocese de Juazeiro (BA)

Publicado em 20 de outubro de 2017 Por Seja o primeiro a comentar!

Oração e alegria que definem o Dia Nacional da Juventude (DNJ) da Diocese de Juazeiro (BA). O evento organizado pelo Setor Diocesano da Juventude foi realizado no dia 15 de outubro, no Colégio Municipal Paulo VI, em Juazeiro, norte da Bahia e teve como tema: “Juventude em defesa da vida dos povos e da mãe Terra” e o lema: “Os humildes herdarão a terra” (Sl, 37,11). “O DNJ é uma ideia interessante, ele reúne jovens da Diocese de Juazeiro para falar de Deus”, destacou Ubiracleiton dos Reis, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida.

Para Tiago Andrade, que participou pela terceira vez do DNJ, e é da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Remanso, o evento é “um momento importante na vida dos jovens da nossa Diocese. Cada DNJ com a sua característica específica, que fez com que sentíssemos em casa, e realmente foi muito bom. Um momento de partilha, um momento de celebração”.

O DNJ da Diocese de Juazeiro (BA), que de acordo com a organização, teve a participação de quase 800 jovens de diversas expressões juvenis da Diocese teve início no período da manhã com a acolhida, logo em seguida aconteceu o Momento Mariano, animação com a banda do SDJ, apresentações artísticas dos grupos da Diocese e missa presidida pelo bispo diocesano, Dom Beto Breis. No período da tarde, a programação continuou repleta: workshop de grafite, apresentações culturais de Hip Hop, Capoeira e Dança Coreana, a animação ficou por conta da banda Vem Pra Jesus, terminando com a Adoração ao Santíssimo.

“A avaliação que eu faço é que foi um DNJ muito bom, no qual a temática conseguiu atingir o coração dos jovens. Foi muito mais interativo que o ano passado, e a juventude pôde celebrar com muita alegria, entusiasmo, criatividade e oração”, disse o Pe. Diego Monteiro, referencial do SDJ. Este ano, o DNJ teve um formato diferente dos anteriores, que foi uma maior participação dos jovens da Diocese através das apresentações dos grupos. “Foi um DNJ bem participativo, chegando mais ou menos no nível que a gente quer, que o jovem se expresse através da arte, da música, do teatro, isso chama-se protagonismo juvenil”, completou.

Texto e informações: Equipe de Comunicação do Setor Diocesano da Juventude

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