O DNJ e a Pastoral da Juventude Estudantil

Publicado em 15 de outubro de 2014 Por Seja o primeiro a comentar!

Iago Rodrigues ErvanoviteO Dia Nacional da Juventude surgiu em 1985 durante o Ano Internacional da Juventude, promovido pela Organização das Nações Unidas. Inicialmente, a organização de um subsídio de estudos e celebração era de responsabilidade e animação das Pastorais da Juventude do Brasil (PJ, PJE, PJMP e PJR).

Sendo um importante evento para toda a juventude católica, o projeto foi, posteriormente, abraçado por todas as outras expressões de juventude.

Assim, deixou-se de celebrar o DNJ como um acontecimento isolado, em uma ilha, passando a fazer parte de todo um processo de conscientização das juventudes, cujo caminho se inicia em meados de abril, com as Jornadas Diocesanas da Juventude (JDJ), e se finaliza com esta grande celebração, em outubro.

A Pastoral da Juventude Estudantil nunca esteve alheia a este processo. O DNJ é vivenciado em nossos grupos de base desde sua concepção, por entendermos que este processo é vital para a formação e conscientização das juventudes.

Dentre tantas formas de ser vivenciado, apontamos duas principais, com as quais nossos grupos se identificam: os encontros e a celebração.

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DNJ pelo Brasil

Pelos encontros, o assunto principal pelo qual o DNJ é convocado (seu tema, seu lema e sua iluminação bíblica) é estudado, aprofundado, discutido e vivenciado, seja por meio de dinâmicas ou de outras experiências de grupo.

A celebração do DNJ também é destaque para os grupos da PJE. No Dia, em específico, ou em data próxima, escolhida pelo grupo, realiza-se uma grande comemoração, que pode ser uma gincana, uma tarde de esportes, teatro e uma grande festa que tem, como motivação, o tema e o lema desta atividade. Estas experiências visam celebrar o jeito jovem de ser Igreja, sem abrir mão da reflexão que nos é proposta.

Assim, vivenciar o DNJ é vivenciar o Cristo que nos une enquanto Igreja. Os temas, sempre lembrados em nossos grupos, nos conectam a uma Igreja jovem que, a partir do nosso protagonismo, nos convida a transformar as realidades em que vivemos.

Artigo de: Iago Rodrigues Ervanovite, Secretariado Nacional da Pastoral da Juventude Estudantil.

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