Discípulos missionários e cidadãos do mundo

Publicado em 7 de setembro de 2017 Por Seja o primeiro a comentar!

Fotos: Jovens Conectados

A tarde do II ENRPJ foi iluminada por alguns documentos da Igreja, entre eles:  DOC 85. Evangelização da Juventude; Sínodo: Os jovens, a fé e o discernimento vocacional; Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2015-2019 e o DOC 105 – Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade.

Esse momento foi conduzido pelos bispos da Comissão para a Juventude, Dom Antônio Emidio Vilar, Bispo de São João da Boa Vista – SP e Dom Nelson Francelino Ferreira, Bispo de Valença-RJ. Dom Nelson fez memória ao processo histórico da juventude no Brasil com um olhar teológico através do método JULGAR.

Ao jovens é proposto entender o passado para compreender o presente, lembrando que a juventude têm uma história e que ela continua sendo escrita! Para Dom Nelson é preciso conhecer para poder JULGAR às luzes da fé e isso deve ser salientado em nossas bases juvenis.

Os Bispos ainda motivaram a necessidade da juventude em estudar e aprofundar algo tão importante para a igreja a partir de seus documentos, em especial o documento 85 que completará 10 anos. Dentro desse contexto a Pastoral Juvenil se apresenta como um elo norteará o trabalho.

Uma importante ressalva realizada pelos Bispos, foi a importância da conscientização de quem trabalha com a juventude, “não podemos comercializar os jovens, mas tratá-los a partir da ação missionária do evangelho, numa atitude de saída, comprometidos com a vida e com a vida em abundância, acima de tudo”, afirmou Dom Nelson.

Assim, a pastoral tem muito a aprimorar, mas ao longo do processo procura seguir com seus trabalhos, partindo dos eixos essenciais, reforçando que a juventude é local de escuta para julgar e com consciência agir. Segundo Dom Nelson: “juventude é local de revelação e encontro com Deus. O papa Francisco, como um bom entendedor dessa realidade tem a estimulado bastante, agora basta que tenhamos fé e coragem para assumir essa missão”.

Cristão leigo, sujeito na Igreja e no mundo

Dom Vilar em sua fala, ressaltou a importância do leigo no mundo hoje. Falou de suas angústias e esperanças. Destacou que o perfil mariano da Igreja abre horizontes e luzes para o seu ser e missão. Eles se santificam  em sua inserção nas realidades temporais e participação nas atividades terrenas. (doc 116-118).

Cristão leigo como sujeito eclesial

A consciência  de sua dignidade de batizado leva a assumir os apelos da fé, abre-se às relações (com Deus, o mundo, consigo mesmo e com os demais), a humanização do mundo. O Bispo ainda ressaltou que se o leigo reconhece e assume o seu papel a sua ação pode transformar a Igreja e o mundo.

Os jovens ainda puderam partilhar as angústias e esperanças de um tempo que a todo instante os desafia, e os impulsiona a escolha de seguir a Jesus Cristo, único modelo de Pastor e mestre.

Por Maria Emília e Valesca Montenegro, Jovens Conectados

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