Movimento dos Focolares: Comunicado final da escola de comunhão dos animadores paroquiais

Publicado em 28 de janeiro de 2016 Por Seja o primeiro a comentar!

Confira o comunicado final da escola de comunhão dos animadores paroquiais, promovida pelo Movimento dos Focolares, de 22 a 24 de janeiro, na Mariápolis Ginetta.

 

COMUNICADO FINAL
25 de janeiro de 2016

“Fazer da unidade o trampolim
para saltar lá onde essa falta e construí-la”
Este é o empenho dos animadores paroquiais aderentes dos Focolares, na conclusão da “escola de comunhão” vivida por três dias na Mariápolis Ginetta (Vargem Grande Paulista – SP)

“Fui injustamente acusada, diante de todo o Conselho Paroquial. A minha resposta foi apenas o silêncio e lágrimas. Três dias depois, um telefonema. Uma voz embargada pela emoção: ‘Você me perdoa?’. ‘Já perdoei’!! Depois, veio-me um pensamento: não basta perdoar, é preciso um passo a mais. Devo fazer uma vingança de amor, como dizia Chiara Lubich. Convido essa pessoa para um jantar em minha casa. Nasce uma amizade que nada pode destruir”. É o que nos conta Berenice, casada e mãe de três filhos. É catequista há mais de vinte anos e também ministra da Palavra, em celebrações de uma das quinze comunidades que compõem a Paróquia Imaculada Conceição, em um dos bairros da periferia da grande São Paulo.

Essa é uma das muitas experiências que se alternaram durante a escola de comunhão dos animadores paroquiais, promovida pelo Movimento dos Focolares, que tinha como título: “Paróquia: comunidade de comunidades”. Realizada na Mariápolis Ginetta, a cidadezinha de testemunho dos Focolares, próxima de São Paulo, de 22 a 24 de janeiro, com 150 pessoas,de 70 paróquias em 18 dioceses, de oito estados brasileiros:Amazônia, Pará, Brasília, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo.Esteve presente também a Secretaria Internacional do Movimento Paroquial composta de um sacerdote, um leigo e uma leiga.

Leigos, sacerdotes e comunidades inteiras testemunharam a força do perdão, da misericórdia, do amor evangélico que,juntamente com Movimentos, Associações e Pastorais, fazem da paróquia uma comunidade de comunidades. Muitos são os frutos da Palavra de Deus vivida em bairros da periferia onde os leigos assumem os custos para acolher, em locais sempre maiores, o crescente número de fiéis; onde oito de cada dez crismandos se engajam nas diversas pastorais, como acontece na Comunidade João Paulo II, em Presidente Prudente (SP). Ou também nos cárceres e nas obras sociais das paróquias, onde se descobre que a prioridade maior é escutar e dar atenção às pessoas do que apenas a preocupação da organização ede ajudas materiais.

Na partilha conclusiva, ecoaram as palavras de Chiara Lubich, ouvidas pouco antes por meio de um vídeo, que foram assumidas como empenho pelos participantes:“Que tudo desmorone, mas a unidade jamais” (…) “custe o que custar”. Ao partirem, a adesão dos participantes é completa no desejo de “construir a unidade nas comunidades, trampolim para saltar lá onde ela não existe e construi-la”, “construindo, em toda parte, células vivas”, onde, por meio do amor recíproco conquistado e reconquistado, viva o Ressuscitado, o único que atrai e transforma, irradiando paz e alegria. O objetivo é partilhado por todos: mirar à realização do “sonho de Jesus”, conforme o pedido ao Pai “que todos sejam um”, sendo em toda parte “Igreja em saída”.

Era plena a sintonia com o Papa Francisco, neste Ano da Misericórdia, e com as orientações dos bispos brasileiros, que delinearam a paróquia como “comunidade de comunidades”,“local onde se ouve a convocação feita por Deus, em Cristo, para que todos sejam um e vivam como irmãos” (Cf. Doc. 100, n. 171).Foi o Papa Paulo VI que, em 1966,incentivou a levar a espiritualidade da unidade nas paróquias. E assim, Chiara Lubich deu início a uma novaramificação dos Focolares, o Movimento Paroquial.

Daqui a poucos dias, um novo encontro: de 30 a 31 de janeiro em curso, para os animadores paroquiais no Nordeste brasileiro (Mariápolis Santa Maria – Rod. Gov. Mário Covas, KM 43 – Bairro: Ana de Albuquerque, Igarassu – PE).

 

Por Assessoria de Imprensa do Movimento dos Focolares

 

 

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