CHUVA DE ARROZ

Publicado em 22 de janeiro de 2017 Por Seja o primeiro a comentar!

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O novo ano traz consigo novos ares, desejos e anseios. Os noticiários que por vezes são marcados por violências, crises financeiras ou politicagem pouco trazem sobre família e relacionamentos em seu horário nobre. Afinal, o que dá onda agora são os mozão.

E por falar em mozão, cada vez mais se fala nele e menos no amor… Amor é algo muito difícil de definir, vai muito além de uma chuva de arroz, e não é atoa que é uma das palavras mais procuradas no Google, pois sobram pessoas querendo amor e AMAR!
Amor é base, sustento, mandamento e acima de tudo sacramento…

Vale lembrar que o matrimônio é uma realidade da natureza humana que Cristo elevou a sacramento. Dos sete sacramentos o matrimônio é único que já é natural ao ser humano e foi elevado a sacramento, ou seja, Cristo fez que o que era apenas uma realidade natural do ser humano se tornasse também um sinal visível e eficaz de Sua própria pessoa ao ser humano: sinal de seu amor pela Igreja, sinal de seu amor pelo homem, sinal e realidade da união entre Deus e homem.

Logo, o que já existia era o matrimônio, e isso foi elevado a sacramento.
Como todo batizado é “Outro Cristo”, para nós não existe a possibilidade de um matrimônio natural (como era antes de Cristo). Apenas um Cristão é realmente casado pelo vínculo matrimonial se for através do sacramento.
E isso é muito bonito, instituir o amor assim! Ele é tão sagrado que vai além de chamar de mozão, vai além da chuva de arroz na saída da igreja!

Para que o sacramento se realize, ou seja, para que seja real, é preciso que haja três verdades conhecidas e aceitas por ambos os cônjuges: liberdade, indissolubilidade e abertura à vida, baseados nos pilares: moral, canônico e litúrgico.

Que ambos queiram livremente se dar e receber em casamento com a outra pessoa; que seja para toda a vida, até que a morte os separe; e que haja um desejo sempre aberto à vida.

O casamento assim é uma realidade onde homem e mulher se dão e se recebem reciprocamente. O sacramento do matrimônio se realiza com estas realidades. E uma vez compreendidas, entende-se o valor e a importância do ato sexual, onde se dão e se recebem, para Sempre, abertos à vida em uma entrega e acolhida um do outro com tudo o que o outro tem e é. Desta forma o ato sexual será a consumação, a coroa do casamento e apenas a morte será a liberação dos votos livremente feitos e aceitos. E assim happy end!

Que tal entrar nessa onda e viver verdadeiramente o sacramento do matrimônio em 2017?

Por Maria Emília Duarte

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