Catequese reflete sobre a misericórdia de Deus

Publicado em 27 de julho de 2016 Por Seja o primeiro a comentar!

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Refletindo sobre a misericórdia, o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Vilsom Basso, ministrou uma catequese na manhã dessa quarta-feira (28), para jovens de língua portuguesa que participam da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Cracóvia, na Polônia.

Dom Vilson ressaltou a importância do Ano da Misericórdia, instituído pelo Papa Francisco e convidou os jovens a vivenciarem com profundidade esse momento. “Neste Jubileu, deixemo-nos surpreender por Deus. Ele nunca se cansa de escancarar a porta do seu coração, para repetir que nos ama e deseja partilhar conosco a sua vida. A Igreja sente, fortemente, a urgência de anunciar a misericórdia de Deus”, ressaltou.

Para o bispo, a Misericórdia de Deus atua, como uma mãe que cuida de seus filhos. “Você pode ver no Youtube, perto de Porto Velho, Rondônia, ocorreu um acidente entre um carro e uma moto onde o pai e a mãe quebram a perna. Mesmo com esse grave acidente, a mãe, com a perna quebrada, sangrando, amamenta seu bebê como se não estivesse sentindo nada. Para mim é a imagem mais impressionante e reveladora que já vi sobre a misericórdia, a paternidade, a maternidade de Deus”, relata.

Ele também falou do rosto da misericórdia de Cristo por meio da Igreja perseguida em diversos países, onde homens e mulheres são mortos por seguirem Jesus. “Ontem o sacerdote francês Jacques Hamel foi morto na França por radicais. Ele assumiu até o fim de sua vida ser um homem da misericórdia”, ressaltou.

Como filhos, que são amados por Deus, o bispo ainda pediu essa experiência não seja guardada de forma egoísta, mas, que cada um a leve ao mundo, sobretudo nas periferias existenciais, sem cair na indiferença que humilha, na habituação que anestesia o espírito e impede de descobrir a novidade, bem como, no cinismo que destrói.

Como forma prática de ação, ele propôs aos jovens que façam as obras de misericórdia corporais e espirituais e que nunca percam a alegria do Evangelho, em qualquer ambiente que se encontrem.

Por Maria Amélia Saad, de Cracóvia

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