Bote Fé Laguna (SC) faz juventude dançar em show à beira mar

Publicado em 10 de janeiro de 2013 Por Seja o primeiro a comentar!


O Show Bote Fé diocesano de Tubarão (SC) aconteceu na noite de 9 de janeiro em uma praça à beira-mar na praia do Mar Grosso, em Laguna (SC). O evento foi precedido de missa que reuniu cerca 2500 pessoas, de acordo com a Polícia Militar. Três bandas locais animaram os jovens que dançaram até a meia noite.

As bandas Sopro Divino, Atos II e Tons de Deus, ligadas à Renovação Carismática Católica (RCC), tocaram clássicos da música católica juvenil, como “Coraçao livre” de Jorge Trevisol e uma paródia de “Whisky a Go Go” do grupo Roupa Nova, divertiram o público que dançou até o último instante. O jovem imbitubense Cristian Latrônico, participante de grupo de base da Pastoral da Juventude, JIV, apreciou a noite.

— Foi ótimo! Melhor do que eu esperava. Foi divertido e cansativo, porém teve muita energia positiva — disse.

Para o músico Cleber Vieira, 31, grupo Atos II, de Capivari de Baixo, as apresentações musicais reforçam a atração natural dos jovens pelos símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

— A juventude precisa de algo assim animado. Algo com mais cara de jovem. A gente tem que entrar no ritmo da juventude para evangelizar — analisou.

O Setor Juventude diocesano inseriu uma mensagem vocacional em um dos intervalos do show. A Irmã Manuela Costa Pereira, 20, do Instituto Secular Irmãs de Maria de Schoenstatt foi chamada ao palco para falar de sua experiência como freira. Ela está no convento desde os 12 anos. Sua a opção pela vida religiosa “foi impulsionada pelo amor de Deus”.

—O chamado de Deus é muito forte. Os jovens precisam parar para ouvir esse chamado — explicou.

O Bote Fé encerrou com uma oração animada pela “Irmã Lili” responsável pela juventude na diocese.

Mais cedo, o bispo diocesano João Francisco Salm celebrou a missa no mesmo palco do show. Ele agradeceu a equipe que organizou a passagem dos símbolos da JMJ desde antes dele assumir a diocese e convidou os adultos a assumirem o acompanhamento dos jovens nas comunidades. Entre outros pontos, ele também lembrou a história da Cruz Peregrina, que foi confiada aos jovens pelo então Papa João Paulo II.

Como têm sido frequente, os fiéis posaram para fotos e fizeram orações junto à cruz, e os ícones de Nossa Senhora e Beata Albertina depois da celebração e durante as apresentações.

Por Marcelo Luiz Zapelini/CNBB Regional Sul 4

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